quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Manifesto à sociedade

Observamos lamentavelmente as barbaridades por vezes exposta na corrida dos presidenciáveis (Dilma e Serra) pela conquista do poder. Falta de respeito, falta de ética, exposição da vida particular são fatos que envergonham não só os candidatos, mas toda a sociedade.
Como essa incômoda situação pode partir de pessoas que foram ativistas na luta pela liberdade política no período ditatorial? A liberdade de expressão, tão dificilmente por eles conquistada, hoje se transformou na “libertinagem” de expressão, em uma baixaria eleitoral.
Não podemos nos acomodar com essa situação! O debate, cujo objetivo é mostrar as propostas de cada candidato, acaba sendo uma mera exposição de dados de governos passados, repleto de fugas de temas, perguntas sem respostas, chegando ao ponto de até citar familiares em rede nacional.
Paremos de ser omissos! Essa campanha não pode se tornar o segundo “Big Brother” do ano. A falta de consciência política não apenas fez com que a grande massa se eximisse do universo político, mas também deu suporte aos candidatos ganharem votos, não por suas propostas, mas pelo ataque e ofensas direcionadas um ao outro.
Ora, por eles, leis estão sendo desrespeitadas e órgãos, como TSE e STF, até agora não perceberam isso? Já está na hora de nós cidadãos mostrarmos que estamos realmente ofendidos e envergonhados com a atuação dos candidatos; já está na hora de pararmos de ser imparciais; já está na hora de leis serem cumpridas e órgãos governamentais se posicionarem perante a barbaridades como essas! Tenhamos senso crítico!

Viçosa, 27 de outubro de 2010

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Sobre conscientização e deveres

Defender e fazer com que se cumpram direitos da criança e do adolescente sempre foi uma ideologia que muitos têm em mente (ainda mais nesta temporada de eleição), mas que poucos agem para isso se concretizar. Um país, cuja lei máxima expressa claramente a obrigação das instituições do Estado, da sociedade e da família em promover o crescimento individual de seus pequeno, infelizmente apresenta um sério problema que se resume no descaso
Sim. Ainda há crianças que trabalham; há adolescentes que não têm educação de qualidade; há crianças que são abandonadas por suas famílias; há adolescentes que são olhados com certo repúdio por uma parte da população. Esses exemplos expressam algumas condições dos filhos do Brasil que não conseguem se aproximar das belas condições propostas por seu país. Este é o descaso em que muitos estão inseridos e que as instituições apenas viram o rosto para se eximirem da culpa.
Ora, não há como o país se desenvolver, a sociedade prosperar e as famílias serem felizes se a negligência e a discriminação acompanham seus atos e pensamentos. É fácil – e prático – fechar o vidro do carro para que a triste realidade do mundo exterior não se aproxime; o difícil é ter consciência de que aqueles no sinal são crianças com sentimentos e que também sonham em ser felizes e sair das ruas.
Essa conscientização já é um passo importante para enfrentar esse desafio nacional. Pessoas mais conscientes entendem seus direitos e deveres e sabem que esta triste realidade pode mudar, pois entendem que essa discrepância advém da falta de igualdade e, muitas vezes, da falta de oportunidade, mesmo que os artigos da Magna Carta não admitam isso.
Mesmo sendo uma medida de longo prazo, a conscientização das pessoas é a forma mais eficiente de fazer com que se cumpram os direitos da criança e do adolescente, sendo necessário, então, que o governo invista em educação básica de qualidade e utilize de meios, como a propaganda nas rádios, nos jornais, na TV, para levar à sociedade informações úteis que possam reverter este quadro nacional.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

ABORTE O ENEM!

Poxa, mais uma medida tapa buraco pré-eleitoral do governo pra dizer que fez muito pela educação do Brasil e, assim, arrecadar votos pra tia Dilma! Caramba! Eles acham que nós estudantes somos palhaços e estamos á disposição de mudanças repentinas.. e que mudanças! Simplesmente temos que andar na corda bamba de sombrinha, pra estudar pro vestibular, estudar pra redação do Enem e aprender a ter algo que funcione na cabeça após quatro horas de prova com textos enormes e dispensáveis á resolução das questões. O detalhe, que é triste, é que todo mundo aceita.. dizem que estão indignados, mas aceitam. Ora, cadê as passeatas que fizeram em 88? Cadê a busca por direitos que existia na década de 60 e 70? Os direitos de hoje são diferentes aos daquele tempo, todavia temos que lutar pelo direito de ter uma educação com qualidade; no mínimo lutar para que tenhamos uma prova que avalie com consistencia e bom senso o conteúdo dos alunos e separe os melhores (Infelizmente, não há lugar para todos - E a Constituição??). Bora agir, povo!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Pouca vergonha. Pouca mesmo!

Primeiramente dizem que o nosso país tem como base a democracia. Enfim..
Poderia ficar horas e horas divagando aqui sobre a caramba de democracia que temos.. falando coisas que muitas sabem e outras, que apenas uma minoria consciente do seu papel social têm ciência. Voltemos ao ponto: Que babaquice é essa da forma como se divide o tempo de cada candidato no horário eleitoral? Quanto mais partidos aliados, mais tempo pra falar!? ô vontade de chingar! Poxa.. Dilma tem 10 minutos e trinta segundos, pra tentar convencer o povo de que a "Era Lula" tem que continuar (já era há tempos!); Serra tem 7 minutos e 11 segundos e Marina.. poxa.. olha a SACANAGEM: HUM MINUTO E DEZESSETE SEGUNDO! Isso mesmo: 1'17''! Num é atoa que Enéas chegava e falava: Meu nome é Eneas! Talvez hoje passe no intervalo do "Boa noite" de Willian Bonner uma voz ao longe gritando: "Meu nome é MArinaaaaa".. tututu - caiua ligação. BRincadeiras a parte, sinceramente mostro aqui meu constrangimento.. Como pode alguém mostrar suas propostas em UM SEGUNDO?
Ô meu Brasil. Acordemos!
Lamentos de minha parte.
Melissa de Andrade